AgitÁgueda

14ª edição do AgitÁgueda com muitas novidades

A nova edição vai trazer várias novidades no evento e na cidade. A 14ª edição do AgitÁgueda arranca no próximo dia 6 com Gipsy Kings.

Todos os anos em julho, o festival Agitágueda traz muita cor e animação a Águeda. Ganhou fama mundial pela originalidade do Umbrella Sky Project em que mais de 3000 guarda chuvas coloridos cobriram quatro das suas ruas principais, numa criação de grande impacto visual.

Copos reutilizáveis

Foi anunciado pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Águeda numa Assembleia Municipal. A edição de 2019 terá como grande novidade copos reutilizáveis em todo o recinto do Largo 1º de Maio.

O objetivo é “reduzirmos significativamente o plástico”, afirmou Edson Santos numa entrevista ao semanário Região de Águeda.

Pista de gelo para as crianças

Não, o natal ainda não chegou, mas a pensar nas crianças e em proporcionar mais animação no Agitakids, a autarquia vai instalar uma pista de gelo este ano de forma a reforçar as atividade para os mais novos e fazendo com que o AgitÁgueda seja uma festa para toda a família.

Concertos traduzidos em língua gestual

Além de melhorar as acessibilidades para as pessoas de mobilidade reduzida, a organização vai testar a implementação da tradução de pelo menos dois concertos em língua gestual.

A tradução será feita ao vivo e mostrada nos ecrãs disponíveis no recinto. Até ao momento, o concerto dos Calema é a única confirmação.

Recinto melhor aproveitado

De modo a proporcionar melhores condições nos dias em que o recinto enche completamente, a Câmara Municipal vai tentar criar mais espaço. Ainda não foi desta que a tenda aumentou, mas Edson Santos confirmou ao Região de Águeda que as noites de enchente são uma preocupação: “vamos fazer um melhor aproveitamento do Largo 1º. de Maio, tentando criar mais espaço para receber melhor quem nos visita, sobretudo em noites de maiores enchentes”.

A zona dos vendedores ambulantes via ser reformulada.

Voluntários na rua a apoiar turistas

Este ano os turistas terão uma ajuda nas ruas. Serão jovens voluntários que estarão nas ruas da cidade para ajudar os turistas nacionais e estrangeiros.

A ideia é aconselhar pontos de interesse a visitar na cidade de modo a explorar melhor todos os cantos da cidade e levar pessoas para fora da baixa de Águeda.

Ecrãs fora da tenda

“Este ano, vamos ter ecrãs fora da tenda, para que todas as pessoas possam ver, quando não têm lugar no interior”, confirmou em entrevista ao Região de Águeda, Edson Santos, responsável pela organização do AgitÁgueda.

Para minimizar os efeitos de enchente no Largo 1º de Maio, serão disponibilizados mais ecrãs a transmitir os concertos. Medida aplaudida.

Bordalo de regresso à cidade

É famoso por criar obras de arte a partir de materiais considerados lixo. Criou a famosa Salamandra em frente ao edifício da autarquia aguedense em 2015, e o Pisco no Centro de Atividades Náuticas Bério Marques em 2017.

Em 2019 está de regresso para mais uma obra de arte produzida a partir de lixo.

Silent Party com mais fones

A conhecida festa silenciosa que enche a Rua Luís de Camões na véspera do arranque do AgitÁgueda vai este ano ter condições para receber mais pessoas. A disponibilização de cerca de 2 mil fones permitirá a entrada de mais pessoas na rua, diminuindo assim as filas e o tempo de espera para entrar.

Aumenta roteiro de arte urbana

De modo a levar mais turistas à parte alta da cidade, as propostas de arte urbana vão expandir-se para a zona alta de Águeda.

“A baixa da cidade reúne todas as condições para receber as instalações dos chapéus e tudo o resto, mas acho que cada vez mais temos conseguido atrair as pessoas que visitam os chapéus na baixa da cidade para a alta, com a aposta na arte urbana e nas animações de rua”, Edson Santos ao Região de Águeda.

Estudo de impacto na economia local

Todas as atividades do AgitÁgueda partem de um investimento da Câmara Municipal de Águeda a rondar os 650 mil euros. A autarquia vai voltar a fazer um estudo para medir o impacto financeiro do investimento público.

Em 2016, um estudo sobre o impacto na economia mostrou que com um investimento de meio milhão de euros, a economia local gerou 4,7 milhões de euros: 1,7 milhões na restauração, 1,3 no alojamento e 1,8 milhões no restante comércio.

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