“Tivemos mais de 42 mil participações nas atividades que dinamizámos, entre exposições, projeto educativo, espetáculos, visitas guiadas e oficinas, o que representa bem a dinâmica que tivemos”, disse a vereadora da Cultura de Águeda, Elsa Corga, à agência Lusa.

A vereadora considera que a dinâmica cultural do município justifica o investimento feito no Centro de Artes, validado pela elevada participação do público, no seu primeiro ano.

É o corolário de um ano com um balanço “muito positivo”, segundo a responsável municipal da cultura.

Elsa Corga conclui que a forma como decorreu o primeiro ano “veio confirmar que existe público para as iniciativas e que o equipamento era necessário”.

Por outro lado, salienta, Águeda é um município onde existe um número significativo de pessoas com formação artística, seja musical, seja noutras áreas, que se integram em coletividades ou se dedicam profissionalmente à cultura.

Para celebrar o seu primeiro ano de existência, o Centro de Artes de Águeda apresentará três espetáculos: hoje a amanhã estará em cena “O Deus da Carnificina”, de Yasmina Reza, com Diogo Infante, Jorge Mourato, Patrícia Tavares e Rita Salema. No sábado, haverá ópera com “Madame Butterfly” de Puccini, e no domingo será apresentada “A Bela e o Monstro, numa encenação de Paulo Sousa Costa e João Didelet.

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