Os factos remontam ao período de 2005 a 2009, no Tribunal de Águeda, tendo levando ao banco dos réus uma secção inteira dos serviços locais do MP e ainda uma porteira, que responderam por peculato na forma continuada. Crime que o tribunal alterou para uma única resolução.

O arguido, que chefiou os serviços do Ministério Público (MP), terá ainda de entregar 5 mil euros e fica proibido de exercer funções durante dois anos e quatro meses.

Um outro arguido, também funcionário, foi condenado a nove meses de cadeia, suspenso, tendo beneficiado de atenuação especial, atendendo a que denunciou o esquema.

Os restantes seis arguidos acusados foram absolvidos.

No total, eram cinco homens e três mulheres, com idades entre os 45 e 62 anos.

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