10,6 milhões de euros. O que vai mudar em Águeda com o dinheiro vindo da União Europeia?
Notícias

10,6 milhões de euros. O que vai mudar em Águeda com o dinheiro vindo da União Europeia?

Através do programa Centro 2020 da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento do Centro (CCDRC), Águeda receberá 6,5 milhões de euros para projetos urbanos no próximo ano. Em 2018, a quantia deverá ser de 4,1 milhões de euros.

agueda

O jornal Região de Águeda fez o levantamento dos novos investimentos da autarquia e mostra-nos o que vai mudar na cidade com o dinheiro dos fundos europeus.

As obras comparticipadas pelo FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional) no concelho de Águeda envolvem a construção de ciclovias, passeios, intervenções em espaços públicos e remodelação de edifícios, como por exemplo, o mercado municipal ou a Casa do Adro. A verba também ajudará na reabilitação de habitação social e na criação do museu da indústria. Os projetos integram o novo plano estratégico de desenvolvimento urbano (PEDU) de Águeda.

Os investimentos estão divididos em duas fases. O valor já aprovado contempla apenas a primeira fase. Esta, conta com uma comparticipação de 1,8 milhões de euros para vias cicláveis e pedonais, de 3,9 milhões para reabilitação de espaços públicos e edifícios e de perto de meio milhão de euros para habitação social.

Obras da primeira fase:

  • Estruturação do eixo EN1/interface modal/escola Marques de Castilho para circulação ciclável e pedonal (Ruas Manuel Alegre e 15 de Agosto e Praceta da Chãs)
  • Construção de vias cicláveis e vias pedonais a nascente (ligações do centro da cidade a Assequins e Ameal)
  • Construção de ciclovias e vias pedonais a poente (ligações do centro a Paredes)
  • Ligação ciclável do centro da cidade às zonas industriais de Travassô e Barrô
  • Sistema integrado de gestão de transportes públicos e estacionamento de Águeda
  • Reabilitação do mercado municipal (1 milhão de comparticipação)
  • Reabilitação da antiga fábrica Canário & Lucas para criação do museu da indústria (850 mil euros)
  • Reabilitação do espaço público envolvente à Casa do Adro, do edifício do Conservatório, da casa de ensaios do Cancioneiro e do edifício da Orquestra Típica (750 mil)
  • Reabilitação do parque da Alta Vila (669 mil)
  • Construção de ciclovias para fecho da rede ciclável do centro da cidade (157 mil)
  • Construção de ciclovia e via pedonal, por solução mecânica, ligando a parte baixa com a parte alta da cidade, ao lado da Biblioteca Municipal (510 mil euros)
  • Reabilitação de habitação social e do espaço envolvente no centro da cidade (484 mil euros).

Obras da segunda fase:

  • Estruturação do corredor urbano de atravessamento, na EN1, com controlo de velocidade e prioridade ao peão e à bicicleta (255 mil euros)
  • Ligação ciclável do centro da cidade às zonas industriais de Travassô e Barrô (2ª fase, 1,1 milhão de euros)
  • Sistema de gestão e informação para soluções inovadoras e experimentais de transporte, adequadas à articulação entre os territórios urbanos e os territórios de baixa densidade (170 mil)
  • Melhoria do interface modal de transportes urbanos coletivos da cidade (1,1 milhão de euros)
    Reabilitação de espaços públicos da baixa da cidade (263 mil euros)
  • Reabilitação e reconversão do antigo Instituto da Vinha e do Vinho em rede de interpretação e observação do rio (1,3 milhões de euros de financiamento).
Log in or Register to save this content for later.