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Crimes mais assustadores que filmes de terror

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Infelizmente, o que não falta no mundo são pessoas totalmente cruéis e sem o mínimo de compaixão pelos outros. Assassinos e psicopatas não medem esforços para satisfazer as suas vontades e sede de violência.

Confere duas histórias de pessoas que cometeram crimes assustadores que podem ser bem piores do que filmes de terror.

1 – Cozinhou o marido
A australiana Katherine Knight sempre teve um histórico bem documentado de loucura, a começar pela sua tentativa de estrangular o seu primeiro marido até à morte na noite de núpcias. Na altura, a mulher achou pouco fazer sexo com ela apenas três vezes antes de adormecer.

O homem só esperou pelo nascimento da filha que Katherine estava à espera, para pedir o divórcio. Enfurecida, a maluca deixou a sua filha recém-nascida sobre uma linha de combóio perto de casa. A sorte da criança é que ela foi resgatada por alguém que passava por lá e reparou na criança.

Passado alguma tempo, Katherine começou a namorar com John Price, pai de três filhos, e começaram imediatamente a morar juntos na casa dele. Ele não aguentou a maluquice ameaçadora da mulher e entrou com uma ordem de restrição contra ela, onde esta teve que sair da casa.

Ele inclusive avisou os seus colegas de trabalho que, se algum dia não aparecesse para trabalhar, ela provavelmente o havia matado. No entanto, um dia ele permitiu que ela voltasse para a sua casa para uma noite de sexo e adormeceu ao lado dela. Aproveitando-se do momento de fraqueza do homem, a mulher o esfaqueou 37 vezes.

Quando Price não apareceu no local de trabalho no dia seguinte, os seus colegas chamaram a polícia, que apareceu na casa do homem e depararam-se com o corpo dele totalmente sem pele e sem a cabeça. Katherine tirou toda pele de Price e a deixou intacta em uma única peça, pendurada num gancho à entrada da casa como uma cortina mórbida.

A cabeça dele estava a ferver numa panela no fogão. A maluca declarou-se culpada e foi condenada à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.

2 – O assassino da lingerie

A loucura de Russell Williams – um coronel das forças armadas do Canadá – era entrar nas casas das suas vizinhas e assaltar as gavetas de lingeries das adolescentes.

Ele fazia isso e vestia as peças nas próprias casas, fotografava e masturbava-se deixando o local sujo. Uma vez, ele mesmo deixou uma mensagem no computador de uma menina de 12 anos a agradecer pela noite de prazer que o seu quarto havia-lhe proporcionado.

Williams cometeu mais de 80 roubos de roupa íntima. Ele praticava-o mesmo com os donos dentro de casa e mantinha um arquivo com milhares de fotografias (como estas que vês abaixo).

Entretanto, isto já não era suficiente para alimentar a sua obsessão e começou a invadir as casas e raptar as meninas e as mulheres adultas para posarem de lingerie para a sua coleção de fotos, até que um dia uma vítima reconheceu-o no trabalho e contou a toda a gente. A mulher foi então brutalmente assassinada e Willians gravou tudo em vídeo, registando cada detalhe.

Passadas duas semanas, sequestrou outra mulher, roubou várias peças íntimas (como era costume) e levou-a para uma casa que possuía, onde ele a aterrorizou por um dia antes de finalmente e matá-la, gravando e fotografando tudo.

Felizmente, uma testemunha viu Williams à frente da casa da sua última vítima antes de ela desaparecer, e a polícia conseguiu prendê-lo após outras pistas encontradas. Ele confessou os crimes e foi condenado à prisão perpétua, onde recentemente tentou matar-se engolindo um rolo de papel higiénico.

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“Águeda Cityfy” ganha prémio da Associação da Economia Digital

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A aplicação para dispositivos móveis “Águeda Cityfy” foi distinguida, pela Associação da Economia Digital, como o melhor projeto digital de um município.

O Presidente da Câmara Municipal de Águeda, Gil Nadais, recebeu o prémio das mãos do Presidente da ACEPI, Alexandre Nilo Fonseca, e na oportunidade referiu que esta “distinção vem premiar mais uma vez a visão do executivo municipal no desenvolvimento e aplicação de soluções tecnológicas inovadoras ao dispor dos nossos munícipes. Vem ainda contribuir também para a afirmação de Águeda como uma Human Smart City, onde a tecnologia é colocada ao serviço do cidadão para melhorar a sua qualidade de vida”.

Atualmente cada vez mais acessos à internet são efetuados através de dispositivos móveis, pelo que se torna essencial acompanhar esta tendência disponibilizando ferramentas que possibilitem o acesso a informação através deste dispositivos.

Neste sentido foi visão do Município disponibilizar uma aplicação móvel que agregasse em si todas as restantes aplicações do município e permitisse o acesso à plataforma de participação pública do Orçamento Participativo de Águeda e aos webservices, possibilitando também desta forma ao cidadão o acesso a processos/requerimentos que este submeta aos serviços municipais.

Esta aplicação, desenvolvida em parceria com a empresa Wiremaze, tem como principais objetivos tornar a informação do concelho mais acessível aos munícipes e aos visitantes.

Recorde-se que o Município de Águeda vende dos Prémios ACEPI XXI, pelo segundo ano consecutivo, nesta categoria.

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Aveiro poderá vir a receber novo estabelecimento prisional para 550 reclusos.

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Aveiro é um dos locais propostos para um novo Estabelecimento Prisional. De acordo com a informação publicada no relatório sobre o sistema prisional e tutelar já publicado na página oficial do Governo há necessidade de construir cinco novas prisões de raiz em Portugal.

A atual prisão tem capacidade para cerca de 80 reclusos mas chega a atingir a centena e meia. O novo equipamento poderá chegar aos 550 reclusos. Recentemente, Celso Manata, responsável pelo sistema, não escondia preocupação face às condições existentes.

O relatório lembra que o sistema prisional assenta em larga medida em edificado herdeiro da reforma de 1936, mantendo até Estabelecimentos Prisionais (EP) de referência vindos do século XIX, como o Estabelecimento Prisional de Lisboa ou o de Caxias. Um sistema que está “desfasado dos territórios de incidência do crime e da concentração populacional”.

Seis Distritos concentram 70% da criminalidade geral participada com Lisboa em destaque (25,8%), seguindo-se Porto (17,3%), Setúbal (8,9%), Faro “6,5%), Braga (6,1) e Aveiro (5,1%).

Lisboa e Porto apresentam “excedente de oferta de alojamento prisional” enquanto os restantes têm défice de vagas. A população reclusa, em 1 de julho de 2017, situava-se em 13.749, sendo 12.878 homens e 871 mulheres.

O relatório defende prioridade ao alojamento individual e quer aproximar os reclusos das comunidades de onde são originários. Além de defender o encerramento, “por vetustez, redundância ou deslocalização”, dos EP de Lisboa, Caxias, Ponta Delgada, Setúbal, Leiria (regional), Viseu (regional), Odemira (feminino) e Silves, sublinha a importância de construir 5 novos EP. Minho, Aveiro, margem sul do Tejo, Algarve e São Miguel, nos Açores, são os locais propostos.

Portugal quer um sistema que permita estabilizar nos 12.000 alojamentos.

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Águeda pode ter minigolfe já em 2018

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O município de Águeda poderá a partir de 2018 contar um novo equipamento desportivo.

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