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CAA. Águeda tem uma nova sala de espectáculos

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Centro de Artes foi inaugurado na passada quinta-feira e resulta de um investimento de 4,5 milhões de euros, totalmente suportados pela autarquia.

Acima de tudo, fica preenchida uma lacuna na oferta cultural de Águeda. O município passa a contar, a partir desta quinta-feira, com uma sala de espectáculos com condições para receber grandes produções nacionais e internacionais.

O Centro de Artes de Águeda (CAA) tem um auditório com capacidade para cerca de 600 lugares, um espaço para actividades pedagógicas, um café-concerto, uma zona de exposições e uma livraria. Resulta de um investimento de cerca de 4,5 milhões de euros, totalmente suportados pela câmara municipal e sem necessidade “de recorrer a empréstimos bancários”, assegura o autarca.

“Além de não ser um equipamento público, a sala que vinha servindo a cidade de Águeda [Cine-Teatro São Pedro], já não tinha as condições necessárias, tanto mais porque foi projectado para cinema”, enquadra o presidente da câmara. Por esta mesma razão, e também devido ao facto do município ter uma dinâmica cultural digna de registo, “justificava-se a criação de um equipamento moderno e com capacidade para receber grandes produções”, argumenta Gil Nadais ao jornal Público.

Construído num terreno onde outrora funcionou uma indústria cerâmica, bem no centro da cidade, e não muito distante das salas de espectáculos dos municípios vizinhos, o CAA “não será apenas mais um equipamento cultural”, garante o autarca aguedense. “Começando, desde logo, pela capacidade do auditório, que vai permitir receber grandes companhias”, introduz, destacando, ainda, “as sinergias que podem ser estabelecidas entre a sala de espectáculos e a área de exposições”.

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Projectado pelo gabinete de arquitectos Bruno André & Francisco Ré, Lda., do Porto, o CAA (Centro de Artes de Águeda) dispõe ainda de um “painel de leds de grandes dimensões, único no país, para a apresentação de vídeos e projetos multimédia, permitindo, assim, uma maior versatilidade e dinamismo nos espectáculos e apresentações”, realça Gil Nadais.

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